Principais tendências para o varejo em 2020

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O setor varejista como não poderia ser diferente esta em constante transformação, sempre na busca de soluções que entreguem uma experiência única ao cliente e otimizem os resultados das empresas. Diante dos crescentes avanços tecnológicos, o varejo acelera a mais discussão sobre o futuro do setor. Nesse cenário, um estudo realizado pela Hibou, empresa de pesquisa e monitoramento de mercado, revelou as principais tendências para o varejo nacional em 2020:

As Embalagens interativas

As embalagens deixaram de ser apenas uma forma proteger os produtos, e se tornaram um ponto de experiência entre a marca e o consumidor. Além de informar, elas possuem uma relevância maior como mídia: sendo um valioso canal de contato e comunicação.

Algumas marcas varejistas já embarcaram neste caminho com QRCode para destravar stories do Instagram ou tour virtual ao escanear um código, trazendo para as mãos do consumidor o que, na comunicação tradicional, seria apenas inspiracional, trazendo resultado muito importantes.

O Rastreamento de origem

A função do controle de origem-destino de mercadorias faz parte dos processos administrativos. A novidade está em levar ao consumidor uma visualização do processo, da origem até a chegada na casa do cliente, permitindo maior transparência nas procedências e prazos dos produtos que consome, especialmente no segmento alimentício.

Numa época de informação e desinformação a respeito de orgânicos, transgênicos, aditivos e conservantes, toda fonte confiável ajuda a estabilizar ânimos, e definir expectativas.

Meios de pagamento

Os meios de pagamento estão se tornando cada vez mais práticos. Proximidade, mensagem, cobrança via link, tokens, (PIX) que chega em Novembro de 2020 se tornam formas de trocar valores. A consolidação dos meios é um reflexo do avanço, inovação e barateamento das tecnologias. A diferenciação virá pela integração, facilidade de uso, e amigabilidade com o consumidor. A tendência é que a carteira digital do consumidor vire um super aplicativo.

E-commerce

Frente ao tempo de tela em um e-commerce, site, rede social, ou aplicativo de mensagem, a tendência é que o comércio entre cada vez mais neste último. Com o Whatsapp já planejando incorporar portfólio de produtos em sua versão business e o crescente número de vendas pelo Instagram.

Aliando isso à reestruturação dos espaços de Shopping para espaços de convivência – duas mudanças que convergem para um só significado.

As marcas crescem no meio digital

As (marcas que nascem no meio digital) Digitally Native Vertical Brands, percorrem o caminho da produção até o consumidor, eliminando intermediário e entregando uma experiência focada e íntima enquanto se mantém dona do produto que vende, com grande projeção de crescimento.

Isso pode ser visto como um resgate de valores entre quem produz e quem consome, em uma dinâmica onde as distâncias são digitais. Porém, dependendo da comunidade e repercussões negativas dentro de tal público aglutinado são os dois desafios de uma “DNVB”.

Autoatendimento

O varejo de rua começa a automatizar toda a experiência, incluindo o caixa, que facilita todo o fluxo de tratamento financeiro.

Nesse caso, a tecnologia impõe desafios em duas frentes: prevenção de erros e curva de aprendizado. Entre os erros, risco de fraude é um dos que mais preocupa. Para o consumidor – acostumado a entender como um caixa de mercado funciona – é só uma questão de se habituar ao autoatendimento.

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